Sandra mandou todos abrirem as mãos.
Foi uma ordem simples.
Difícil de obedecer.
A praça inteira ergueu as palmas como se esperasse chuva: moradores, patrulheiros, cultivadores e crianças.
Joel prendeu o livro contra o peito com o antebraço.
— Isso é ridículo.
Sandra olhou para ele.
Joel abriu mais os dedos.